Pesquisadores de Mo?ambique visitam fazendas de caf? no ES
1 de setembro de 2020
Com a inten??o de aprender t?cnicas de produ??o de caf?, pesquisadores de Mo?ambique e Portugal visitaram fazendas do Esp?rito Santo. A iniciativa ? uma parceria do g overno de Mo?ambiqu e com a Universidade de Lisbo a e a Universidade Federal do Esp?rito Santo (Ufes) e visa reflorestar ?reas e proporcionar ganho econ?mico aos pa?ses.
De acordo com o pesquisador de Mo?ambique, Sional Moiane, como n?o ? produzido caf? em sua regi?o e n?o tem nenhuma institui??o que trabalha com o gr?o, ele veio ao Brasil ganhar experi?ncia, j? que o pa?s ? potente na produ??o. ?Estamos com um projeto piloto de produ??o de caf? em Mo?ambique. Ent?o, precisamos aprender o que ? a produ??o, desde a semente at? o processamento. Estamos aqui para ver se podemos introduzir os ensinamentos no nosso parque?, disse.
Segundo o professor da Ufes, F?bio Partelli, a parceria entre os pa?ses envolve tanto a parte de produ??o quanto de pesquisa e a federal do Esp?rito Santo entra como institui??o executora do projeto, que prev? orienta??es t?cnicas e o recebimento de pessoas para aprender. Conforme ele, h? uma semelhan?a de clima entre o estado e Mo?ambique e o solo do pa?s africano ? prop?cio para a planta??o tanto de caf? ar?bica como conilon.
?N?s estivemos na ?rea de caf? conilon, que s?o propriedades de Pinheiros, Nova Ven?cia e Vila Val?rio. Principalmente caf? arborizado. Tamb?m estivemos na regi?o de ar?bica, em Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante?, comentou Partelli em entrevista ao programa ?Bom dia ES?.
O professor explicou ainda que, em Mo?ambique, a proposta ? plantar o caf? numa ?rea onde fica localizado um parque sem habitantes, s? com animais. No territ?rio existe uma regi?o com 700 m a 1,2 mil metros de altitude, que ? onde chove: ?apesar dessa ?rea legalmente pertencer ao parque nacional, moram duas mil fam?lias que vivem da subsist?ncia. Como virou parque, a ideia ? de que aquilo seja recuperado?.
Segundo Partelli, o governo de Mo?ambique enxergou que teria que plantar ?rvores para recuperar o ambiente e viram que o caf?, ali de baixo, num espa?amento correto, poderia juntar o ?til ao agrad?vel, ou seja, dar um reflorestada e, ao mesmo tempo, ?trazer uma cultura que desse ganho econ?mico, j? que a regi?o ? muito pobre?.
Fonte: ABIC
De acordo com o pesquisador de Mo?ambique, Sional Moiane, como n?o ? produzido caf? em sua regi?o e n?o tem nenhuma institui??o que trabalha com o gr?o, ele veio ao Brasil ganhar experi?ncia, j? que o pa?s ? potente na produ??o. ?Estamos com um projeto piloto de produ??o de caf? em Mo?ambique. Ent?o, precisamos aprender o que ? a produ??o, desde a semente at? o processamento. Estamos aqui para ver se podemos introduzir os ensinamentos no nosso parque?, disse.
Segundo o professor da Ufes, F?bio Partelli, a parceria entre os pa?ses envolve tanto a parte de produ??o quanto de pesquisa e a federal do Esp?rito Santo entra como institui??o executora do projeto, que prev? orienta??es t?cnicas e o recebimento de pessoas para aprender. Conforme ele, h? uma semelhan?a de clima entre o estado e Mo?ambique e o solo do pa?s africano ? prop?cio para a planta??o tanto de caf? ar?bica como conilon.
?N?s estivemos na ?rea de caf? conilon, que s?o propriedades de Pinheiros, Nova Ven?cia e Vila Val?rio. Principalmente caf? arborizado. Tamb?m estivemos na regi?o de ar?bica, em Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante?, comentou Partelli em entrevista ao programa ?Bom dia ES?.
O professor explicou ainda que, em Mo?ambique, a proposta ? plantar o caf? numa ?rea onde fica localizado um parque sem habitantes, s? com animais. No territ?rio existe uma regi?o com 700 m a 1,2 mil metros de altitude, que ? onde chove: ?apesar dessa ?rea legalmente pertencer ao parque nacional, moram duas mil fam?lias que vivem da subsist?ncia. Como virou parque, a ideia ? de que aquilo seja recuperado?.
Segundo Partelli, o governo de Mo?ambique enxergou que teria que plantar ?rvores para recuperar o ambiente e viram que o caf?, ali de baixo, num espa?amento correto, poderia juntar o ?til ao agrad?vel, ou seja, dar um reflorestada e, ao mesmo tempo, ?trazer uma cultura que desse ganho econ?mico, j? que a regi?o ? muito pobre?.
Fonte: ABIC