Incaper define a??es para reduzir impactos da seca no caf? conilon
1 de setembro de 2020
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist?ncia T?cnica e Extens?o Rural (Incaper) concluiu, nesta sexta-feira (15), os cursos do Programa de Renova??o e Revigoramento do Caf? Conilon, o ?RenovarES?, realizado nos munic?pios de Nova Ven?cia e Linhares. Os cursos abordaram as t?cnicas de manejo mais adequadas diante das diferentes condi??es das lavouras, considerando os efeitos da maior seca que o Esp?rito Santo passou nos ?ltimos 50 anos. Ao todo, 80 t?cnicos envolvidos com a atividade cafeeira foram treinados.
Com a seca, houve retrocesso no aumento de produ??o do conilon, que estava em processo cont?nuo de 5% ao ano. A redu??o da produ??o chegou a 50%, com a perda de cinco milh?es de sacas de caf?, o que prejudicou economicamente e socialmente 64 munic?pios do Esp?rito Santo.
Diante deste cen?rio, o Incaper estabeleceu 15 a??es importantes para o enfretamento da quest?o. A primeira a??o, de car?ter urgente, foi a defini??o do que fazer com as diferentes situa??es e lavouras ap?s a colheita da safra de 2016.
Ministrados pelos pesquisadores do Incaper, o coordenador estadual da cafeicultura, Rom?rio Gava Ferr?o, Aymbir? Fonseca e Abra?o Carlos Verdin Filho e pela engenheira agr?noma e supervisora t?cnica da empresa Fertilizantes Heringer, Criciely Gomes, os cursos contemplaram a primeira a??o, apresentando resultados mais imediatos com orienta??o aos produtores sobre a??es diretas no setor cafeeiro.
Foram dias intensos de conte?dos te?ricos e pr?ticos, envolvendo informa??es de como interferir nas lavouras dos produtores, visando ? poda, calagem e aduba??o. Ap?s an?lise das diferentes situa??es encontradas em lavouras do estado ? irrigadas ou n?o irrigadas, e localizadas nas diferentes regi?es, locais, propriedades e talh?es ? as decis?es t?cnicas foram divididas em: poda programada de ciclo (PPC), recepa (corte da lavoura), ou arranquio com possibilidade de estabelecimento de novos plantios de caf? conilon ap?s normaliza??o de chuvas ou libera??o da ?rea para outros fins.
As demonstra??es pr?ticas foram realizadas em uma propriedade do produtor Jorge Merlim, em Nova Ven?cia e, em Linhares, na propriedade do cafeicultor Jos? Leopoldo, pr?ximo da Fazenda Experimental do Incaper, em Sooretama.
De acordo com a avalia??o do diretor t?cnico do Incaper, Mauro Rossoni Junior, a iniciativa foi positiva e aconteceu em um momento muito oportuno. Al?m disso, a forma??o levar? informa??es para a maioria dos cafeicultores de conilon do Estado.
?Foi gratificante vivenciar a troca de informa??es com os nossos pesquisadores, que propuseram novas ideias e nivelaram o seu conhecimento com o suporte da extens?o rural?, refor?ou Mauro.
Rom?rio Ferr?o explicou que o momento ? ideal para a realiza??o dos cursos, j? que a colheita se encerrou em julho, e ? no m?s de agosto que come?a o ano agr?cola do caf?. Esse ? o per?odo em que se inicia a poda, calagem e aduba??o. ?N?o h? melhor momento para que os t?cnicos sejam novamente orientados e os produtores motivados a renovar as suas lavouras?, afirmou.
Carlos Verdim salientou que este foi mais um momento relevante para a cafeicultura do Esp?rito Santo. ?Foi gratificante participar de um momento t?cnico de intera??o e discuss?o para o alinhamento das atividades entre os profissionais do Incaper e de outras institui??es p?blicas e privadas?, disse.
?Na pr?tica, pudemos identificar onde est?o os perfis descritos na primeira a??o, apresentando o tipo de poda mais adequada para os variados tipos de lavouras, diante das duas secas consecutivas no Esp?rito Santo. O reflexo do nosso esfor?o ? minimizar os efeitos perniciosos trazidos com a seca?, explicou pesquisador do Incaper, Aymbir? Fonseca.
Rom?rio Ferr?o ainda refor?ou que o caminho para enfrentar as mudan?as clim?ticas ? utilizar um conjunto de tecnologias desenvolvidas e adaptadas para o Esp?rito Santo. S?o elas: as variedades melhoradas, as mudas de boa qualidade, o adequado preparo e conserva??o do solo, a aduba??o e calagem de acordo com a an?lise do solo, a poda, o uso adequado da ?gua e manejo da irriga??o, a caixa seca, a quebra vento, a associa??o do caf? com outras culturas, entre outras tecnologias.
O programa surgiu a partir de reuni?es entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Aquicultura, Abastecimento e Pesca (Seag), juntamente com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist?ncia T?cnica e Extens?o Rural (Incaper), com o intuito de congregar lideran?as do setor produtivo do caf? conilon e estabelecer procedimentos que pudessem minimizar os efeitos desta danosa ocorr?ncia clim?tica, orientando adequadamente os t?cnicos envolvidos com a atividade no estado.
O presidente do Incaper, Marcelo Suzart de Almeida, alertou que diante do cen?rio atual de crise h?drica, quem n?o produzir com sustentabilidade n?o conseguir? seguir na cafeicultura. ?Mesmo com a estiagem, existem produtores que conseguiram manter as suas lavouras adotando as pr?ticas adequadas?, completou.
O pr?ximo curso est? previsto para o in?cio de agosto e vai capacitar 40 t?cnicos no sul do Esp?rito Santo.
Fonte: Incaper
Com a seca, houve retrocesso no aumento de produ??o do conilon, que estava em processo cont?nuo de 5% ao ano. A redu??o da produ??o chegou a 50%, com a perda de cinco milh?es de sacas de caf?, o que prejudicou economicamente e socialmente 64 munic?pios do Esp?rito Santo.
Diante deste cen?rio, o Incaper estabeleceu 15 a??es importantes para o enfretamento da quest?o. A primeira a??o, de car?ter urgente, foi a defini??o do que fazer com as diferentes situa??es e lavouras ap?s a colheita da safra de 2016.
Ministrados pelos pesquisadores do Incaper, o coordenador estadual da cafeicultura, Rom?rio Gava Ferr?o, Aymbir? Fonseca e Abra?o Carlos Verdin Filho e pela engenheira agr?noma e supervisora t?cnica da empresa Fertilizantes Heringer, Criciely Gomes, os cursos contemplaram a primeira a??o, apresentando resultados mais imediatos com orienta??o aos produtores sobre a??es diretas no setor cafeeiro.
Foram dias intensos de conte?dos te?ricos e pr?ticos, envolvendo informa??es de como interferir nas lavouras dos produtores, visando ? poda, calagem e aduba??o. Ap?s an?lise das diferentes situa??es encontradas em lavouras do estado ? irrigadas ou n?o irrigadas, e localizadas nas diferentes regi?es, locais, propriedades e talh?es ? as decis?es t?cnicas foram divididas em: poda programada de ciclo (PPC), recepa (corte da lavoura), ou arranquio com possibilidade de estabelecimento de novos plantios de caf? conilon ap?s normaliza??o de chuvas ou libera??o da ?rea para outros fins.
As demonstra??es pr?ticas foram realizadas em uma propriedade do produtor Jorge Merlim, em Nova Ven?cia e, em Linhares, na propriedade do cafeicultor Jos? Leopoldo, pr?ximo da Fazenda Experimental do Incaper, em Sooretama.
De acordo com a avalia??o do diretor t?cnico do Incaper, Mauro Rossoni Junior, a iniciativa foi positiva e aconteceu em um momento muito oportuno. Al?m disso, a forma??o levar? informa??es para a maioria dos cafeicultores de conilon do Estado.
?Foi gratificante vivenciar a troca de informa??es com os nossos pesquisadores, que propuseram novas ideias e nivelaram o seu conhecimento com o suporte da extens?o rural?, refor?ou Mauro.
Rom?rio Ferr?o explicou que o momento ? ideal para a realiza??o dos cursos, j? que a colheita se encerrou em julho, e ? no m?s de agosto que come?a o ano agr?cola do caf?. Esse ? o per?odo em que se inicia a poda, calagem e aduba??o. ?N?o h? melhor momento para que os t?cnicos sejam novamente orientados e os produtores motivados a renovar as suas lavouras?, afirmou.
Carlos Verdim salientou que este foi mais um momento relevante para a cafeicultura do Esp?rito Santo. ?Foi gratificante participar de um momento t?cnico de intera??o e discuss?o para o alinhamento das atividades entre os profissionais do Incaper e de outras institui??es p?blicas e privadas?, disse.
?Na pr?tica, pudemos identificar onde est?o os perfis descritos na primeira a??o, apresentando o tipo de poda mais adequada para os variados tipos de lavouras, diante das duas secas consecutivas no Esp?rito Santo. O reflexo do nosso esfor?o ? minimizar os efeitos perniciosos trazidos com a seca?, explicou pesquisador do Incaper, Aymbir? Fonseca.
Rom?rio Ferr?o ainda refor?ou que o caminho para enfrentar as mudan?as clim?ticas ? utilizar um conjunto de tecnologias desenvolvidas e adaptadas para o Esp?rito Santo. S?o elas: as variedades melhoradas, as mudas de boa qualidade, o adequado preparo e conserva??o do solo, a aduba??o e calagem de acordo com a an?lise do solo, a poda, o uso adequado da ?gua e manejo da irriga??o, a caixa seca, a quebra vento, a associa??o do caf? com outras culturas, entre outras tecnologias.
O programa surgiu a partir de reuni?es entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Aquicultura, Abastecimento e Pesca (Seag), juntamente com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist?ncia T?cnica e Extens?o Rural (Incaper), com o intuito de congregar lideran?as do setor produtivo do caf? conilon e estabelecer procedimentos que pudessem minimizar os efeitos desta danosa ocorr?ncia clim?tica, orientando adequadamente os t?cnicos envolvidos com a atividade no estado.
O presidente do Incaper, Marcelo Suzart de Almeida, alertou que diante do cen?rio atual de crise h?drica, quem n?o produzir com sustentabilidade n?o conseguir? seguir na cafeicultura. ?Mesmo com a estiagem, existem produtores que conseguiram manter as suas lavouras adotando as pr?ticas adequadas?, completou.
O pr?ximo curso est? previsto para o in?cio de agosto e vai capacitar 40 t?cnicos no sul do Esp?rito Santo.
Fonte: Incaper