ESPECIALISTAS DEBATEM DESAFIOS PARA ESCOAR PRODU??O AGROPECU?RIA
1 de setembro de 2020
A Confedera??o da Agricultura e Pecu?ria do Brasil (CNA) e o jornal ?O Estado de S. Paulo? promoveram, na ter?a (7), o F?rum Estad?o - Log?stica e Infraestrutura no Agroneg?cio para debater os desafios das novas fronteiras agr?colas e o escoamento da produ??o agropecu?ria.
Dividido em dois pain?is, o evento reuniu especialistas do setor e representantes governo e dos usu?rios de transportes. O primeiro debate foi conduzido pelo jornalista do Estad?o Gustavo Porto.
O consultor da Comiss?o Nacional de Log?stica e Infraestrutura da CNA, Luiz Antonio Fayet, afirmou que o Brasil se tornar? o principal fornecedor de alimentos do mundo. No entanto, ressaltou, o pa?s precisa de log?stica e infraestrutura baratas e eficientes e solu??o pr?via para trechos abandonados pelas concession?rias de ferrovias.
?O custo do frete pelas rodovias atuais ainda ? um gargalo para o produtor rural. A exporta??o de soja de Sorriso (MT) at? o porto de Santos e Paranagu?, por exemplo, custa US$ 126 a tonelada. Se fosse exportada pela rota Miritituba/Bel?m, esse custo cairia para US$ 80/t?.
O presidente da Associa??o Nacional dos Usu?rios de Transporte de Carga (ANUT), Luiz Baldez, tamb?m falou sobre o custo log?stico do agroneg?cio e destacou que no caso da soja e do milho ele ? cerca de 4 vezes maior do que de outros competidores, como Estados Unidos e Argentina.
?O frete ferrovi?rio ? precificado com base no rodovi?rio. No resto do mundo ele ? 44% inferior ao rodovi?rio, enquanto no Brasil ? de apenas 3%. Tamb?m ? dedicado a um s? produto: o min?rio de ferro. Em 2015, ele foi respons?vel por 75% da movimenta??o da malha ferrovi?ria?.
Em seguida, o secret?rio-executivo da Associa??o Brasileira das Ind?strias de ?leos Vegetais (Abiove), F?bio Trigueirinho, enfatizou que a qualidade m?dia das rodovias ? ruim e que o pavimento, sinaliza??o e geometria est?o comprometidos. ?As concess?es rodovi?rias est?o em melhores condi??es que as p?blicas, mas o alto custo do ped?gio merece aten??o?.
Para finalizar o primeiro painel, o presidente da Associa??o Brasileira de Concession?rias de Rodovias (ABCR), C?sar Rabello Borges, lembrou que as concess?es podem solucionar alguns gargalos log?sticos. ?As concess?es est?o predominantemente nos estados de S?o Paulo e Paran?, mas elas s?o fundamentais nas novas fronteiras agr?colas?, disse Borges.
Na segunda parte do evento, o diretor-executivo do Movimento Pr?-Log?stica, Edeon Vaz, apresentou a evolu??o da movimenta??o de gr?os, a infraestrutura existente e o que est? previsto para o pa?s, principalmente para a regi?o do Matopiba (Maranh?o, Tocantins, Piau? e Bahia).
O diretor-geral da Associa??o Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Luiz Bastos, e o diretor de planejamento da Empresa de Planejamento e Log?stica (EPL), Adailton Dias, encerraram os debates do dia.
Bastos falou sobre o Canal Verde Brasil, que deu mais agilidade na opera??o do Porto de Santos. O sistema ? respons?vel pela autoriza??o do embarque de carga e descarga no porto. ?Com o novo sistema, as filas no porto foram reduzidas e somente ve?culos irregulares est?o sendo parados?.
J? Dias apresentou dados preliminares do Plano Nacional de Log?stica (PNL) sobre a infraestrutura e o investimento que o pa?s precisa para o escoamento adequado da produ??o.
Assessoria de Comunica??o CNA/SENAR
Telefone: (61) 2109 1419
cnabrasil.org.br
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Fonte: CNA Brasil
Dividido em dois pain?is, o evento reuniu especialistas do setor e representantes governo e dos usu?rios de transportes. O primeiro debate foi conduzido pelo jornalista do Estad?o Gustavo Porto.
O consultor da Comiss?o Nacional de Log?stica e Infraestrutura da CNA, Luiz Antonio Fayet, afirmou que o Brasil se tornar? o principal fornecedor de alimentos do mundo. No entanto, ressaltou, o pa?s precisa de log?stica e infraestrutura baratas e eficientes e solu??o pr?via para trechos abandonados pelas concession?rias de ferrovias.
?O custo do frete pelas rodovias atuais ainda ? um gargalo para o produtor rural. A exporta??o de soja de Sorriso (MT) at? o porto de Santos e Paranagu?, por exemplo, custa US$ 126 a tonelada. Se fosse exportada pela rota Miritituba/Bel?m, esse custo cairia para US$ 80/t?.
O presidente da Associa??o Nacional dos Usu?rios de Transporte de Carga (ANUT), Luiz Baldez, tamb?m falou sobre o custo log?stico do agroneg?cio e destacou que no caso da soja e do milho ele ? cerca de 4 vezes maior do que de outros competidores, como Estados Unidos e Argentina.
?O frete ferrovi?rio ? precificado com base no rodovi?rio. No resto do mundo ele ? 44% inferior ao rodovi?rio, enquanto no Brasil ? de apenas 3%. Tamb?m ? dedicado a um s? produto: o min?rio de ferro. Em 2015, ele foi respons?vel por 75% da movimenta??o da malha ferrovi?ria?.
Em seguida, o secret?rio-executivo da Associa??o Brasileira das Ind?strias de ?leos Vegetais (Abiove), F?bio Trigueirinho, enfatizou que a qualidade m?dia das rodovias ? ruim e que o pavimento, sinaliza??o e geometria est?o comprometidos. ?As concess?es rodovi?rias est?o em melhores condi??es que as p?blicas, mas o alto custo do ped?gio merece aten??o?.
Para finalizar o primeiro painel, o presidente da Associa??o Brasileira de Concession?rias de Rodovias (ABCR), C?sar Rabello Borges, lembrou que as concess?es podem solucionar alguns gargalos log?sticos. ?As concess?es est?o predominantemente nos estados de S?o Paulo e Paran?, mas elas s?o fundamentais nas novas fronteiras agr?colas?, disse Borges.
Na segunda parte do evento, o diretor-executivo do Movimento Pr?-Log?stica, Edeon Vaz, apresentou a evolu??o da movimenta??o de gr?os, a infraestrutura existente e o que est? previsto para o pa?s, principalmente para a regi?o do Matopiba (Maranh?o, Tocantins, Piau? e Bahia).
O diretor-geral da Associa??o Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Luiz Bastos, e o diretor de planejamento da Empresa de Planejamento e Log?stica (EPL), Adailton Dias, encerraram os debates do dia.
Bastos falou sobre o Canal Verde Brasil, que deu mais agilidade na opera??o do Porto de Santos. O sistema ? respons?vel pela autoriza??o do embarque de carga e descarga no porto. ?Com o novo sistema, as filas no porto foram reduzidas e somente ve?culos irregulares est?o sendo parados?.
J? Dias apresentou dados preliminares do Plano Nacional de Log?stica (PNL) sobre a infraestrutura e o investimento que o pa?s precisa para o escoamento adequado da produ??o.
Assessoria de Comunica??o CNA/SENAR
Telefone: (61) 2109 1419
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Fonte: CNA Brasil