CNA e MAPA consideram priorit?rias a??es de promo??o e de garantia de renda na cafeicultura
1 de setembro de 2020
Corre??o de fragilidades das estat?sticas de produ??o, reformula??o de metodologia para c?lculo dos pre?os m?nimos do caf? ar?bica e do conillon, intensifica??o das a??es de promo??o do produto aqui e no exterior e cria??o de ferramentas de gest?o de risco. Estes foram os principais assuntos debatidos pelos presidentes da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Estado do Esp?rito Santo (FAES), J?lio da Silva Rocha J?nior; e da Comiss?o Nacional do Caf? da Confedera??o da Agricultura e Pecu?ria do Brasil (CNA), Breno Mesquita, em reuni?o com a ministra da Agricultura, Pecu?ria e Abastecimento (MAPA), K?tia Abreu.
Em reuni?o nesta semana, da qual participaram outros representantes da cadeia produtiva do caf?, os representantes da CNA, assim como a ministra, ressaltaram a import?ncia de reformular a metodologia para c?lculo do pre?o m?nimo. O valor norteia as pol?ticas de apoio ? comercializa??o. A ministra informou ao grupo que a metodologia ser? revista a partir de sugest?es t?cnicas de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), e das universidades federais de Vi?osa (UFV) e de Lavras (UFLA).
Sobre as a??es de promo??o do caf?, a proposta ? intensific?-las durante as Ol?mpiadas de 2016, que ser?o realizadas no Rio de Janeiro no per?odo de 5 a 21 de agosto, e tamb?m em eventos no exterior. A ideia, aceita por K?tia Abreu, ser? levada por ela ao Minist?rio do Turismo, numa tentativa de unir esfor?os e promover a cafeicultura. Em rela??o ?s ferramentas de gest?o de risco, esta ?, na vis?o de Breno Mesquita, a principal estrat?gica para viabilizar a cafeicultura de montanha e fortalecer a classe m?dia rural, uma das principais metas definidas por K?tia Abreu para sua gest?o ? frente do MAPA.
A reuni?o de ontem foi a ?ltima de uma s?rie entre representantes das v?rias cadeias produtivas do agroneg?cio com a ministra K?tia Abreu, que ouviu o posicionamento de cada grupo e direcionou as demandas para a equipe do minist?rio. O superintendente t?cnico adjunto da CNA, Bruno Lucchi, que participou das reuni?es, avaliou que a interlocu??o com a ministra foi um fato positivo. ?A percep??o ? a de que muitos assuntos que estavam parados ganhar?o um novo ritmo?, afirmou.
A primeira reuni?o foi com representantes dos produtores de gr?os. Os presidentes da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Estado de Goi?s (Faeg), Jos? M?rio Schreiner; e da Comiss?o Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Almir Dalpasquale, defenderam a melhoria das pol?ticas de seguro rural e de apoio ? comercializa??o da safra, al?m da agilidade no registro de defensivos agr?colas.
A defini??o de uma pol?tica espec?fica para a triticultura tamb?m foi abordada na reuni?o. As sugest?es foram apresentadas por Jorge Rodrigues, representante da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).
O presidente da Comiss?o Nacional de Pecu?ria de Leite da CNA, Rodrigo Alvim, alertou a ministra para a necessidade de a??es governamentais que promovam a melhoria da qualidade do leite e refor?ou o pleito de reformula??o dos instrumentos de apoio ? comercializa??o como o Fundo para Garantia de Pre?os ao Produtor (FGPP).
Tamb?m ressaltou a import?ncia de atualizar do Regulamento da Inspe??o Industrial e Sanit?ria de Produtos de Origem Animal (Riispoa), tema que tem sido debatido pelo governo federal desde 2007. Pol?ticas voltadas para o melhoramento gen?tico e para a erradica??o da brucelose e da tuberculose dos rebanhos est?o entre as prioridades do minist?rio, segundo K?tia Abreu. Este posicionamento vai ao encontro das necessidades da iniciativa privada. Ela lembrou que a pol?tica de fortalecimento da classe m?dia rural envolver?, al?m do caf?, o leite.
O presidente da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Distrito Federal (FAPEDF) e da Comiss?o Nacional de Aves e Su?nos da CNA, Renato Simpl?cio, tamb?m citou a import?ncia de revisar o Riispoa. Refor?ou a relev?ncia do tema para os segmentos de aves e su?nos, que adotam pr?ticas modernas de produ??o e precisam ser ?geis para se adequarem ?s demandas do mercado externo.
Defendeu, ainda, as negocia??es para a abertura de novos mercados e, neste sentido, a agilidade do governo em responder os question?rios enviados por pa?ses que t?m interesse em comprar do Brasil. A demanda de defini??o do pre?o m?nimo para a carne su?na tamb?m foi encaminhada.
Assim como solicitado pelos produtores de gr?os, as entidades que representam a ind?stria de carne lembram que, para melhorar a competitividade, o setor de carne bovina precisa de melhoria da infraestrutura e da log?stica, al?m da libera??o de cr?ditos de PIS/Cofins. Ao setor, a ministra disse que sua equipe trabalha num plano nacional de defesa sanit?ria e pediu sugest?es da iniciativa privada para a defini??o de uma metodologia para tipifica??o de carca?as. Outra preocupa??o apontada pelo setor produtivo ? a proibi??o para uso de avermectina de longa a??o, medicamento utilizado para controle de endo e ectoparasitas em bovinos. O MAPA vai criar um grupo para avaliar a libera??o do produto, cuja comercializa??o e uso est?o suspensos desde o ano passado.
O setor de florestas plantadas tamb?m foi ouvido. O presidente da Comiss?o Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, La?rcio Coutinho, reuniu-se com a ministra. Revis?o na metodologia do Consecana, investimentos em pesquisa voltada para a cana-de-a??car e a falta de pagamento aos produtores foram os temas apresentados pelos presidentes das federa??es da Agricultura e Pecu?ria do Estado da Para?ba (FAEPA), M?rio Borba; do Rio Grande do Norte (FAERN), Jos? ?lvares Vieira; e da Comiss?o Nacional de Cana-de-A??car da CNA, ?nio Fernandes J?nior.
No caso das frutas, foi defendida a proposta de elabora??o de um plano de combate ? mosca das frutas e ? Cydia pomonella. Outro tema da pauta da fruticultura ? a libera??o para uso de defensivos similares em lavouras de minor crops, nas quais se enquadram as frutas. A ministra informou aos representantes do setor que pretende propor a cria??o de uma comiss?o ? nos moldes da Comiss?o Nacional T?cnica de Biosseguran?a (CTNBio) ? para o registro de agroqu?micos .
Fonte: Canal do Produtor
Em reuni?o nesta semana, da qual participaram outros representantes da cadeia produtiva do caf?, os representantes da CNA, assim como a ministra, ressaltaram a import?ncia de reformular a metodologia para c?lculo do pre?o m?nimo. O valor norteia as pol?ticas de apoio ? comercializa??o. A ministra informou ao grupo que a metodologia ser? revista a partir de sugest?es t?cnicas de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), e das universidades federais de Vi?osa (UFV) e de Lavras (UFLA).
Sobre as a??es de promo??o do caf?, a proposta ? intensific?-las durante as Ol?mpiadas de 2016, que ser?o realizadas no Rio de Janeiro no per?odo de 5 a 21 de agosto, e tamb?m em eventos no exterior. A ideia, aceita por K?tia Abreu, ser? levada por ela ao Minist?rio do Turismo, numa tentativa de unir esfor?os e promover a cafeicultura. Em rela??o ?s ferramentas de gest?o de risco, esta ?, na vis?o de Breno Mesquita, a principal estrat?gica para viabilizar a cafeicultura de montanha e fortalecer a classe m?dia rural, uma das principais metas definidas por K?tia Abreu para sua gest?o ? frente do MAPA.
A reuni?o de ontem foi a ?ltima de uma s?rie entre representantes das v?rias cadeias produtivas do agroneg?cio com a ministra K?tia Abreu, que ouviu o posicionamento de cada grupo e direcionou as demandas para a equipe do minist?rio. O superintendente t?cnico adjunto da CNA, Bruno Lucchi, que participou das reuni?es, avaliou que a interlocu??o com a ministra foi um fato positivo. ?A percep??o ? a de que muitos assuntos que estavam parados ganhar?o um novo ritmo?, afirmou.
A primeira reuni?o foi com representantes dos produtores de gr?os. Os presidentes da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Estado de Goi?s (Faeg), Jos? M?rio Schreiner; e da Comiss?o Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Almir Dalpasquale, defenderam a melhoria das pol?ticas de seguro rural e de apoio ? comercializa??o da safra, al?m da agilidade no registro de defensivos agr?colas.
A defini??o de uma pol?tica espec?fica para a triticultura tamb?m foi abordada na reuni?o. As sugest?es foram apresentadas por Jorge Rodrigues, representante da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).
O presidente da Comiss?o Nacional de Pecu?ria de Leite da CNA, Rodrigo Alvim, alertou a ministra para a necessidade de a??es governamentais que promovam a melhoria da qualidade do leite e refor?ou o pleito de reformula??o dos instrumentos de apoio ? comercializa??o como o Fundo para Garantia de Pre?os ao Produtor (FGPP).
Tamb?m ressaltou a import?ncia de atualizar do Regulamento da Inspe??o Industrial e Sanit?ria de Produtos de Origem Animal (Riispoa), tema que tem sido debatido pelo governo federal desde 2007. Pol?ticas voltadas para o melhoramento gen?tico e para a erradica??o da brucelose e da tuberculose dos rebanhos est?o entre as prioridades do minist?rio, segundo K?tia Abreu. Este posicionamento vai ao encontro das necessidades da iniciativa privada. Ela lembrou que a pol?tica de fortalecimento da classe m?dia rural envolver?, al?m do caf?, o leite.
O presidente da Federa??o da Agricultura e Pecu?ria do Distrito Federal (FAPEDF) e da Comiss?o Nacional de Aves e Su?nos da CNA, Renato Simpl?cio, tamb?m citou a import?ncia de revisar o Riispoa. Refor?ou a relev?ncia do tema para os segmentos de aves e su?nos, que adotam pr?ticas modernas de produ??o e precisam ser ?geis para se adequarem ?s demandas do mercado externo.
Defendeu, ainda, as negocia??es para a abertura de novos mercados e, neste sentido, a agilidade do governo em responder os question?rios enviados por pa?ses que t?m interesse em comprar do Brasil. A demanda de defini??o do pre?o m?nimo para a carne su?na tamb?m foi encaminhada.
Assim como solicitado pelos produtores de gr?os, as entidades que representam a ind?stria de carne lembram que, para melhorar a competitividade, o setor de carne bovina precisa de melhoria da infraestrutura e da log?stica, al?m da libera??o de cr?ditos de PIS/Cofins. Ao setor, a ministra disse que sua equipe trabalha num plano nacional de defesa sanit?ria e pediu sugest?es da iniciativa privada para a defini??o de uma metodologia para tipifica??o de carca?as. Outra preocupa??o apontada pelo setor produtivo ? a proibi??o para uso de avermectina de longa a??o, medicamento utilizado para controle de endo e ectoparasitas em bovinos. O MAPA vai criar um grupo para avaliar a libera??o do produto, cuja comercializa??o e uso est?o suspensos desde o ano passado.
O setor de florestas plantadas tamb?m foi ouvido. O presidente da Comiss?o Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, La?rcio Coutinho, reuniu-se com a ministra. Revis?o na metodologia do Consecana, investimentos em pesquisa voltada para a cana-de-a??car e a falta de pagamento aos produtores foram os temas apresentados pelos presidentes das federa??es da Agricultura e Pecu?ria do Estado da Para?ba (FAEPA), M?rio Borba; do Rio Grande do Norte (FAERN), Jos? ?lvares Vieira; e da Comiss?o Nacional de Cana-de-A??car da CNA, ?nio Fernandes J?nior.
No caso das frutas, foi defendida a proposta de elabora??o de um plano de combate ? mosca das frutas e ? Cydia pomonella. Outro tema da pauta da fruticultura ? a libera??o para uso de defensivos similares em lavouras de minor crops, nas quais se enquadram as frutas. A ministra informou aos representantes do setor que pretende propor a cria??o de uma comiss?o ? nos moldes da Comiss?o Nacional T?cnica de Biosseguran?a (CTNBio) ? para o registro de agroqu?micos .
Fonte: Canal do Produtor